POEMA À PLENITUDE
Para trilhar os caminhos que levam à plenitude
escolhem-se as veredas mais ímpias, sem flores
ou flores gastas pelo faro dos pássaros
porque a pura ciência dos rios se constrói
por entre as pedras escorregadias, lisas
das margens, não pela geografia das cores
o brilho intransigente das primaveras
Para trilhar os caminhos que levam à plenitude
escolhem-se as veredas mais ímpias, sem flores
ou flores gastas pelo faro dos pássaros
porque a pura ciência dos rios se constrói
por entre as pedras escorregadias, lisas
das margens, não pela geografia das cores
o brilho intransigente das primaveras


3 comentários:
Olá, boa tarde!
Fico-lhe muito grato por ter postado o meu poema.
Disponha sempre.
E diga-me qualquer coisa, como, aliás, gentilmente o fez.
Bem haja
Já conheço o autor em causa, deixe-me que lhe diga que considero os seus poemas de grande qualidade. Parabéns pela escolha.
Bom dia Rui também gostei muito do poema e da tua escolha
Bitos e bom fim de semana
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