O Relatório da Comissão de Inquérito ao BPN diz que o banco central exerceu a supervisão de forma "estreita e contínua", mas deveria ter ido mais longe. A verdade é que o Banco de Portugal foi pouco diligente, talvez confiando em demasia nas boas práticas bancárias das quais até aqui não tinha sido levantada qualquer suspeita. Teoricamente seriam pessoas idóneas aquelas que geriam os destinos do Banco, o que efectivamente não se veio a verificar, em certa medida é a imagem da política que está também em jogo, sendo que alguns dos envolvidos desempenharam cargos importantes no panorama governamental. Triste é ver mais uma vez a oposição, a tal que acordou um certo dia e não tendo mais nada para fazer resolveram revolucionar e purificar o ambiente politico na sombra dos holofotes da comunicação social. Vampiros que só se saciam vendo rolar cabeças, é isso que os faz feliz, não o bem-estar do país. Politicas? Isso é secundário, com a estrema esquerda á cabeça, o importante é trocar de governo, afinal há outros na fila para tachar…!
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