Os cientistas mundiais prevêem para os próximos 100 anos aumentos de temperatura que podem chegar aos 5,8 graus Celsius. Estes dados foram revelados num relatório do IPCC, a sigla em inglês para Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas.
Os líderes dos países mais ricos do mundo e das grandes economias emergentes vão reunir-se hoje para chegar a acordo sobre um compromisso climático na cimeira do G8 em L’Aquila, Itália. A parvoíce disto tudo reside no facto destes senhores ainda terem de se sentar á mesa para discutir e negociar a salvação do planeta.
Segundo a AIE, ”Os investimentos na eficiência energética e nas tecnologias limpas devem ser multiplicados por quatro para manter o aumento médio da temperatura média global abaixo dos 2ºC”. Um bom exemplo a seguir reside nos países nórdicos, em que as fontes de energia não renováveis os combustíveis fósseis, foram reduzidos ao seu expoente mínimo. A escassez de petróleo e a procura de alternativas mais «limpas» estão a abrir caminho às energias provenientes de fontes renováveis. A sua implantação é já um êxito em muitos países, e a sua consolidação só depende da vontade dos governantes. Sabemos que essa vontade é movida por muitos interesses, “lobby´s” traduzidos em jogos de bastidores, conversas de corredor nas quais se decide a sobrevivência das gerações futuras. O aspecto económico terá de uma vez por todas de ser deixado para traz em detrimento da vida, pois é mesmo disso que se trata, da vida de todos nós.
Os líderes dos países mais ricos do mundo e das grandes economias emergentes vão reunir-se hoje para chegar a acordo sobre um compromisso climático na cimeira do G8 em L’Aquila, Itália. A parvoíce disto tudo reside no facto destes senhores ainda terem de se sentar á mesa para discutir e negociar a salvação do planeta.
Segundo a AIE, ”Os investimentos na eficiência energética e nas tecnologias limpas devem ser multiplicados por quatro para manter o aumento médio da temperatura média global abaixo dos 2ºC”. Um bom exemplo a seguir reside nos países nórdicos, em que as fontes de energia não renováveis os combustíveis fósseis, foram reduzidos ao seu expoente mínimo. A escassez de petróleo e a procura de alternativas mais «limpas» estão a abrir caminho às energias provenientes de fontes renováveis. A sua implantação é já um êxito em muitos países, e a sua consolidação só depende da vontade dos governantes. Sabemos que essa vontade é movida por muitos interesses, “lobby´s” traduzidos em jogos de bastidores, conversas de corredor nas quais se decide a sobrevivência das gerações futuras. O aspecto económico terá de uma vez por todas de ser deixado para traz em detrimento da vida, pois é mesmo disso que se trata, da vida de todos nós.
Aconselhamos visita; A ciência não é neutra


4 comentários:
ui, tens razão mas quando lhes tocam na carteira estes meninos são como leões furiosos, querem cá saber da temperatura...
beijos
A carteira deles anda sempre cheia e a dos outros k se lixe..
Beijufas
Quem financia as campanhas? Vivemos num mundo de interesses, e estes falam sempre mais alto.
É UM PAÍS DE LADRÕES....é o k é!!! será k ninguem os trava???^?
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